Água bruta
Sonda multiparâmetro para pH, condutividade/temperatura, oxigênio dissolvido e turbidez; opcionais para DQO/UV254, amônia, nitrato, sólidos em suspensão e clorofila, conforme o risco da captação.
Instrumentação em cada etapa do tratamento, dados em tempo real e alarmes acionáveis para apoiar decisões operacionais antes que desvios de qualidade se transformem em risco para a produção e para o abastecimento.

A proposta EOCTEC é transformar a ETA em uma sequência de barreiras instrumentadas. Cada ponto crítico recebe sensores adequados ao processo; os dados convergem para uma camada de supervisão remota que ajuda a equipe a enxergar tendência, desvio e resposta do processo em tempo real.
Sonda multiparâmetro para pH, condutividade/temperatura, oxigênio dissolvido e turbidez; opcionais para DQO/UV254, amônia, nitrato, sólidos em suspensão e clorofila, conforme o risco da captação.
Vazão e pressão para confirmar disponibilidade hidráulica, desempenho de bombas e condição da linha de adução.
pH e turbidez como variáveis de processo para apoiar ajuste químico e verificar a resposta da coagulação.
pH e turbidez para acompanhar estabilidade química e qualidade da formação de flocos.
Turbidez e sólidos em suspensão para acompanhar clarificação, arraste de lodo e eficiência da etapa.
Turbidez de baixo range e indicadores de colmatação/perda de carga para acompanhar desempenho e necessidade de retrolavagem.
pH, turbidez, cloro residual/total e parâmetros específicos da água produzida; monitoramento microbiológico online pode complementar a barreira final.
Microssistema de monitoramento com sensores de pH, cloro residual e turbidez, comunicação sem fio e integração ao centro de operação.
A seleção final depende do processo, da qualidade da água, das faixas de medição e da estratégia operacional. A proposta abaixo traduz a lógica visual da solução em uma matriz de controle fácil de entender.
Configuração sob medida: a EOCTEC trabalha com arquitetura modular. Sensores, analisadores, comunicação, limpeza, instalação e integração devem ser especificados para as condições reais de cada projeto.
Não basta colocar valores em uma tela. O sistema deve relacionar dados de entrada, processo e saída para dar contexto ao operador: o que mudou, onde mudou e qual barreira precisa de atenção.
Dashboards de processo
Tendências por etapa, comparação entre pontos e visualização rápida dos principais indicadores de qualidade.
Alarmes e eventos
Limites configuráveis, alertas por evento e histórico para análise de causa e resposta operacional.
Rastreabilidade
Banco de dados, relatórios automáticos e exportação para apoiar rotina operacional, auditorias e gestão.
Integração
Arquitetura preparada para comunicação industrial, gateways, supervisórios, banco de dados e APIs.
Instrumentos selecionados conforme parâmetro, faixa de medição, matriz, condição de instalação e necessidade de manutenção.
Integração dos dados de campo com controladores, gateways e sistemas de supervisão, preservando a lógica operacional da instalação.
Visualização remota, histórico, relatórios e eventos configuráveis para transformar medições em informação útil para a equipe.
Respostas diretas para dúvidas comuns na fase de especificação.
Não. A arquitetura é modular. A seleção deve refletir o manancial, a tecnologia da ETA, os parâmetros críticos de controle e os requisitos do projeto.
Em muitos casos, sim. A integração depende das interfaces disponíveis nos instrumentos e controladores existentes, como RS485/Modbus, sinais analógicos ou gateways apropriados.
Não deve ser tratado como substituição automática. O analisador online é uma camada adicional de vigilância e alerta; a estratégia analítica e de conformidade deve seguir o plano de controle aplicável à instalação.
Envie o fluxograma da estação, vazão, qualidade da água bruta e pontos de controle existentes. A EOCTEC pode estruturar uma arquitetura de sensores, comunicação e supervisão adequada à sua planta.